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Não é raro conhecermos uma pessoa que sofre ou sofreu de um relacionamento abusivo, numa era onde todos os problemas vem se tornando público facilmente, (o que é certo, sem exageros e com ajuda de redes sociais) Jennifer Brown vem trazendo mais uma obra que toca na ferida de um(a) assunto/situação que precisa ser combatido por todos para que seja erradicado. Em forma de romance Amor Amargo lhe trás sentimentos que deixam claro o quão comum essa situação é atualmente.
Tenho uma forte opinião com relacionamentos abusivos, e cheguei a pensar realmente o que faria nessa posição onde eu conheça uma pessoa próxima, e nas opções que eu pensei no que eu possa fazer não são nada saudáveis em sua maioria. Foi quando me caiu a ficha que eu entrei nesse livro de cabeça e só percebi isso no final.
Com frases tipo abaixo você vai vendo cada vez mais como a situação não só de Alex no livro, como uma situação atual é muito complicada:
Você vai entrando na vida de Alexandra, vai intensificando sentimentos variados, vai entendendo o lado dela que foi o problema com a mãe quando pequena, vai entendo o lados dos amigos e pessoas mais próximas e quando chega na cena que ela é maltratada pelo Cole você tem vontade de gritar e dizer que tudo aquilo está errado, mas é necessário lembrar que mesmo sendo uma obra ficcional existe uma estatística gigante mostrando o quanto a mulheres tem relacionamentos abusivos durante anos a fio.
E estamos numa época em que a luta pela igualdade feminina em todos os âmbitos da sociedade é crescente e verdadeiro. Mas não podemos confundir o extremo de um movimento feminista, onde todas as propostas, ou sua maioria, são adaptadas a cenários que modifica-se essa igualdade entre gêneros. Não irei entrar nessa resenha e falar sobre esse movimento pois deixo ao seu cargo você saber o que é, e não somente pesquisar como também conhecer.
Voltando ao livro, vemos que a luta que Alex tem consigo mesma é grande em não querer ficar sozinha deste que sua mãe morreu, e isso influência nela um sentimento de apego muito grande quando se trata de um relacionamento. O final não é menos esperado como também a situação que ocorre é por diversas vezes bem surreal, o que não deixa o final a desejar, se encaixou perfeito, mas devemos lembrar que a gritante maioria não tem um final igual, mas, sim muitas vezes pior.
Livro que todos deveriam ler, seja os jovens onde se começa a descobrir a sexualidade, quanto para os mais velhos terem noção de dicas e comportamentos dos filhos, sobrinhos, netos... Indico esse livro não somente agora, como continuarei a indicar ele sempre por ser um livro que trata de assunto atual, e continuará por muitos anos (infelizmente), e de ser fácil entendimento sobre esse assunto que devemos colocar em pauta.
O que mais me impactou foi o final que a autora sai da história e começa a falar do lado psicológico, dicas, comportamentos e a quem procurar em casos desse tipo, seja a própria pessoa que sofre ou o leitor(a) que conhece alguma pessoa nessa situação. Parabéns para autora por esse adicional ao livro.
"Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer. Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade. "Já queria ler o livro Lista Negra (em breve estarei lendo e terá resenha) dessa autora faz ano, mas por conta do Clube do livro aqui em salvador e para um melhor conhecimento e discussão, resolvi ler Amor Amargo. E se contar em horas, li ele em não menos que 7 horas, De forma a sentir ele aos poucos e saborear o livro como também subir uma raiva alarmante em mim.
Tenho uma forte opinião com relacionamentos abusivos, e cheguei a pensar realmente o que faria nessa posição onde eu conheça uma pessoa próxima, e nas opções que eu pensei no que eu possa fazer não são nada saudáveis em sua maioria. Foi quando me caiu a ficha que eu entrei nesse livro de cabeça e só percebi isso no final.
Com frases tipo abaixo você vai vendo cada vez mais como a situação não só de Alex no livro, como uma situação atual é muito complicada:
"Talvez ficar com alguém que me maltratava fosse melhor do que voltar a ficar sozinha"
"Jamais entenderia o que havia se passado naquele noite, o que tinha começado com o garoto que eu amava, e que em tese deveria ser meu melhor amigo, me machucando, e agora terminava com o melhor amigo que eu tinha machucado no jogo de basquete, me defendendo"
E estamos numa época em que a luta pela igualdade feminina em todos os âmbitos da sociedade é crescente e verdadeiro. Mas não podemos confundir o extremo de um movimento feminista, onde todas as propostas, ou sua maioria, são adaptadas a cenários que modifica-se essa igualdade entre gêneros. Não irei entrar nessa resenha e falar sobre esse movimento pois deixo ao seu cargo você saber o que é, e não somente pesquisar como também conhecer.
Voltando ao livro, vemos que a luta que Alex tem consigo mesma é grande em não querer ficar sozinha deste que sua mãe morreu, e isso influência nela um sentimento de apego muito grande quando se trata de um relacionamento. O final não é menos esperado como também a situação que ocorre é por diversas vezes bem surreal, o que não deixa o final a desejar, se encaixou perfeito, mas devemos lembrar que a gritante maioria não tem um final igual, mas, sim muitas vezes pior.
Livro que todos deveriam ler, seja os jovens onde se começa a descobrir a sexualidade, quanto para os mais velhos terem noção de dicas e comportamentos dos filhos, sobrinhos, netos... Indico esse livro não somente agora, como continuarei a indicar ele sempre por ser um livro que trata de assunto atual, e continuará por muitos anos (infelizmente), e de ser fácil entendimento sobre esse assunto que devemos colocar em pauta.
O que mais me impactou foi o final que a autora sai da história e começa a falar do lado psicológico, dicas, comportamentos e a quem procurar em casos desse tipo, seja a própria pessoa que sofre ou o leitor(a) que conhece alguma pessoa nessa situação. Parabéns para autora por esse adicional ao livro.
"Graças a ele, aprendi o verdadeiro significado do desalento. Do desespero. Da Tristeza"
Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas)

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